segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
BOLETIM ONLINE DO CBA
BOLETIM ONLINE 58 DE 02 DE JANEIRO DE 2012
Arqueologia Digital. A Maior Rede Social de Arqueologia na Internet !
Próximo a nascente do Rio Paraíba, (...) existe um lugar chamado "Serra da bolandeira".
Dizem que nesta serra havia uma aldeia de Índios na qual hoje é uma história desconhecida para o Brasil inteiro. Exite muitas casas antigas que ainda as paredes estão em pé, mas o tempo está devorando todas essas paredes que eu as considero muito valiosas. No Local ode eu tirei está foto, tem lugar como se fosse construído uma casa de pedra, com paredes largas, muitas pedras caíram com o tempo, mas as paredes ainda continuam com um metro e meio de altura eu acho. Algumas pessoas dizem que era um chiqueiro de porcos por a aparência que tem as paredes, mas na verdade ninguém sabe o que era, pois ninguém sabe quem construiu! Só se sabe que tinha uma aldeia indígena perto.
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GALERIA ARQUEOLOGIA BÍBLICA: Jaboque, Penuel e Maanaim
Rio Jaboque Cabeceiras do Jaboque começa em Amman (antiga Rabbath- ammon)
e o rio corre para o norte antes de se dirigir para o oeste para o rio
Jordão.
Rio Jaboque Cabeceiras do Jaboque começa em Amman (antiga Rabbath-ammon) e o rio corre para o norte antes de se dirigir para o oeste para o rio Jordão. Embora não explicitamente declarado, parece provável que Abraão caminhou ao longo do rio Jaboque, enquanto viajava de Harã a Siquém (mais tarde Jacob iria viajar nesta rota).
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SELOS POSTAIS - MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ARTES
CATALOGO= C-1196 (0,80)
SELO POSTAL NACIONAL
FOLHA COMPLETO COM 35 SELOS
(7,00 BRASIL 81)
EM PERFEITO ESTADO DE CONSERVAÇÃO.
REFERENCIA: 338
CUSTO ÚNICO DE ENVIO PARA TODO O BRASIL R$ 6,00
OBS. APÓS CONCLUIR A COMPRA TERÁ 48 HS PARA EFETUAR O PAGAMENTO, CASO CONTRÁRIO A COMPRA SERÁ CANCELADA E NEGATIVADO.
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Jornal O Fluminense
Para eles, os ciclos terminados indicavam novos tempos e energias”,
garante Leila Maria França, pós-doutora em Arqueologia do Museu de
Arqueologia e ...
O tempo geológico
O professor André Etienne, doutor em Geofísica da Universidade Federal Fluminense (UFF), contraria o mito da súbita inversão dos pólos terrestres. Esta teoria diz que o campo magnético – responsável por refletir as radiações solares, não permitindo que as nocivas atinjam a superfície terrestre – teria sua polaridade revertida inesperadamente, ameaçando a vida por aqui. Acontece que esta reversão é um processo natural, que ocorre com certa regularidade no tempo geológico, explica.
“Não há como precisar uma data para este fenômeno, por que pode levar de 100 a 700 mil anos para acontecer, mas é sabido que só percebemos sua ocorrência depois do processo cumprido”.
No entanto, tem-se observado um enfraquecimento do campo magnético terrestre, que se apaga durante o processo de reversão polar. Este fato poderia servir como um sinal. Apesar de submetidos às “más” radiações solares, isso não seria suficiente para acabar com a vida no planeta. “Cientificamente, é mais fácil haver a explosão de um supervulcão, ou do planeta ser atingido por um objeto astronômico colossal do que de passarmos por isso”, diz, levantando outra hipótese.
Segundo ele, há registros históricos de explosões deste nível. “O vulcão Yellowstone, localizado nos Estados Unidos, é uma caldeira de gases e fluídos que não param de se formar. Uma energia boçal que incha e pulsa, com fluxo intenso de calor e derretimento de rocha”, descreve. Caso explodisse, os EUA sumiriam do mapa, e toda população mundial morreria aos poucos, de fome e doente, devido a uma nuvem de dejetos vulcânicos formada por eles.
O tempo dos Maias
“Os Maias nunca previram o fim do mundo. Para eles, os ciclos terminados indicavam novos tempos e energias”, garante Leila Maria França, pós-doutora em Arqueologia do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (USP). O ponto de vista pessimista teria se originado a partir de esoterismos que refletem uma visão juidaico-cristã apocalíptica. “O que as pessoas têm feito é fundamentar conceitos com testemunhas que interpretavam o tempo de uma maneira completamente diferente”, explica.
Todos os povos da América Pré-Colombiana tinham vários sistemas de contagem de tempo. Para períodos com mais de 52 anos, os Maias utilizavam a Contagem Longa, de matriz aparentemente linear, com início em 4 Ahaw, 8 Kumk’u, ou, 11 de agosto de 3114 a. C., no calendário gregoriano. A confusão acontece por que algumas inscrições em monumentos das cidades de Quiriguá e Cobá assinalam que a conclusão deste calendário seria no ano 13 Baktun, correspondente ao dia 21 de dezembro de 2012 gregoriano.
Mas para Leila, isto não é motivo de preocupação. “Tanto os maias antigos, quanto os atuais, acreditam na renovação perpétua da humanidade”, defende. Segundo a professora, existem dois equívocos nesta correlação. Além de não existir menções sobre o fim do mundo nas escrituras, há discussões sobre o fim da Contagem Longa, já que as conversões de datas são calculadas matematicamente.
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PARQUE PALEONTOLÓGICO DE SÃO JOSÉ DE ITABORAÍ COMPLETOU 16 ANOS
Com a visita de representantes da empresa LAFARGE sucessora da cia. cimento portland Mauá, antiga exploradora da pedreira de calcário local e de autoridades da PREFEITURA DE iTABORAI, pesquisadores da UERJ e da UFRJ, Diretores do Centro Brasileiro de Arqueologia, da Diretoria Tecnica do Clube de Engenharia e diversos convidados foi comemorado mais um aniversário.
Com apoio da Petrobrás o Grupo Amigos do Parque tem feito obras de recuperação no Parque estando pronto o espaço para o Museu cujo projeto foi encaminhado para a Estatal.
Guilherme de Oliveira Estrella apoia o desenvolvimento do Parque e tem sido um dos responsáveis pela revitalização impedindo que valioso patrimônioa da humanidade seja perdido.
Nas fotos Estrella em visita ao Parque Paleontológico com outros funcionários da Petrobrás.
APOIO DO DEPARTAMENTO DE RECURSOS MINERAIS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
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domingo, 1 de janeiro de 2012
BOLETIM ONLINE NÚMERO 57 / 01/01/2012
CENTRO BRASILEIRO DE ARQUEOLOGIA
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BOLETIM ONLINE NÚMERO 57 RIO DE JANEIRO 01/01/2012
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Editorial
Se para morar é preciso abastecimento de água, a história da colonização do território carioca pode ser também explicada a partir de reservatórios históricos, como o primeiro deles, a Caixa Mãe D’Água, de 1774, instalado em Santa Teresa para prover os Arcos da Lapa da nascente do Rio Carioca. Em 1998, o Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) entendeu a importância das edificações e tombou 25 delas. Mas 13 anos depois, o restauro das instalações, muitas em ruínas, está no ritmo de conta-gotas.
A Caixa Mãe D’Água, que no século XIX tornou-se Reservatório Carioca, está desativada há pelo menos duas décadas. Como se não bastasse a falta de uso, ainda foi danificada pelas chuvas de abril de 2010. As paredes de pedra que compõem os três tanques estão envoltas por mato alto e sujeira.
Sob guarda da Cedae, assim como a maioria dos reservatórios tombados, a companhia mantém apenas um caseiro para tomar conta da estrutura.
- A falta de zelo e de interesse no abastecimento de água ao longo dos anos deixaram reservatórios neste estado – reconhece o presidente da Cedae, Wagner Victer. – No caso do Reservatório Carioca, a importância é enorme. As águas do rio deram nome a quem nasce na cidade e foram alvo de disputa entre o índio e o homem branco. Para os tamoios, a água do Carioca tinha poder curativo.
A Cedae informou que pretende restaurar o Reservatório Carioca e incluí-lo num roteiro turístico sobre o abastecimento de água no Rio. Outra intenção do presidente da companhia é usar parte dos reservatórios, mesmo os centenários, para o abastecimento. No reservatório Monteiro de Barros, no Engenho de Dentro, a construção de 1908 foi recuperada e voltou a reforçar o fornecimento no Grande Méier, com capacidade de 20 mil metros cúbicos, o suficiente para encher 20 mil caixas d’água de mil litros.
- Os que não puderem ser usados, pretendemos abrir para visitação, dentro do que vamos chamar de Caminho das Águas – conta Victer, sem se comprometer em afirmar quando ocorrerão as restaurações.
COM BASE EM MATÉRIA DO DEFENDER VIA E-MAIL
de Silvana Losekann FONTE ORIGINAL
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Rio de Contas
O município de Rio de Contas está situado ao sul da região da Chapada Diamantina no estado da Bahia, e distante 736 km da capital do Estado, Salvador.
É considerada a cidade mais antiga da região do Centro Sul Baiano e o seu conjunto arquitetônico e paisagístico foi tombado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), atual Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em abril de 1980.
A documentação arquitetônica e do sítio histórico de Rio de Contas se configura como a terceira iniciativa do Programa de Documentação Arquitetônica e de Sítios Históricos do Estado da Bahia, desenvolvido pelo Laboratório de Computação Gráfica Aplicada à Arquitetura e ao Desenho (LCAD) da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia (FAUFBA), que desde 2004 vem desenvolvendo trabalhos na área de documentação do patrimônio arquitetônico do Estado.
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Bacharelado em Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis.
Mercado está aquecido, embora profissão ainda não seja regulamentada.
Dizem que saber sobre o passado ajuda a sociedade a compreender melhor o presente. Por isso preservar a história é fundamental. Essa é a função do restaurador/conservador. Mas reconstituir documentos ou uma obra de arte, seja ela pintura, escultura ou fotografia, não é tarefa fácil. Pensando na preservação das cidades histórias e de todo o patrimônio histórico e cultural do estado mineiro, em 2008, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), criou o Bacharelado em Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis.
O curso da UFMG tem duração de quatro anos, sendo os dois primeiros, de ciclo básico, e os outros dois, destinados a uma das quatro especializações que o aluno escolher: papel, pintura, escultura e conservação preventiva. Nessa segunda etapa, o aluno tem liberdade na composição do seu currículo, não possuindo disciplinas ou atividades obrigatórias e, assim, pode montar sua grade curricular de acordo com sua necessidade ou seu interesse.
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A memória perdida de Cachoeira do Sul/RS
de Silvana Losekann
Luz electrica
Cachoeira, 30 – Hontem, nesta cidade, foi feita a experiencia do serviço de luz electrica. Ás 11 horas da noite, a cidade ficou totalmente illuminada. A experiencia deu magnifico resultado, tendo sido dirigida pelo dr. Fernando Martins, socio da firma Lima & Martins, dessa praça, e contratante do serviço. Amanhã, á meia-noite, inaugarar-se-á a illuminação publica provisoria, a qual será fornecida por 21 lampadas de arco voltaico de 5 ampéres e 90 lampadas incandescentes de 32 velas cada uma. O grande engenho central da firma Aydos, Neves & C. está fornecendo, gratuitamente, a energia electrica, enquanto não ficam concluidas as instalações proprias da uzina municipal.
Publicado no Editorial “Há um século no Correio do Povo” de 31 de dezembro de 1911, domingo e de 1º de janeiro de 1912, segunda-feira. A grafia de época está preservada no texto acima.
Obs. (o título do post é de autoria da Defender – Defesa Civil do Patrimônio Histórico)
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APOIO DO DEPARTAMENTO DE RECURSOS MINERAIS DO RIO DE JANEIRO/DRM
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
BOLETIM ONLINE NÚMERO 56
CENTRO BRASILEIRO DE ARQUEOLOGIA
BOLETIM ONLINE 56 28 DE DEZEMBRO DE 2011
OBJETIVOS PRINCIPAIS DO CBA
Congregar estudiosos em Arqueologia, Pré-história e Ciências afins que pretendam desenvolver seus conhecimentos nas mencionadas áreas, promovendo a realização de cursos especializados referentes aos diversos campos da Arqueologia e Ciências Correlatas, principalmente com relação à Antropologia Biocultural, Ecologia Humana, Paleoecologia Humana e ao Meio Ambiente, realizando estudos, debates, seminários, projetos culturais, encontros, etc, nos campos de ensino e pesquisa mencionados. Visando realizar levantamentos e pesquisas arqueológicas devidamente autorizadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN em conformidade com a Lei Federal 3924 de 26 de julho de 1961.
PROGRAMAÇÕES
O CBA vem realizando ciclos de palestras, excursões, debates, encontros, seminários, exposições e cursos, visando difundir os postulados da Arqueologia Histórica, Pré-histórica e das Ciências Correlatas, para despertar vocações tendo como lema a defesa e preservação dos bens naturais e culturais, municipais, estaduais e federais do nosso País.
Os cursos do CBA, mais do que as funções de suas características palpitantes, pode até constituir-se em um “hobby” intelectual, emocionando e interessando pessoas de diversificadas gamas de formação profissional e faixas etárias, mostrando e demonstrando que o estudo de Arqueologia reveste-se, hoje, de importância básica para quantos que se dedicam a várias atividades e profissões. É fora de qualquer dúvida que o estudo desse Componente Curricular (Disciplina-Científica) oferece ferramentas interpretativas, para a abordagem de matérias fundamentais, como, as dos Cursos de História e Geografia, por exemplo e, principalmente, pelos elementos que oferece no tocante à paleo-arqueologia de culturas desaparecidas e seus respectivos “habitats”.
No Rio de Janeiro e outras cidades do interior do estado e do país o CBA já promoveu cursos em várias universidades, escolas e diversos espaços culturais.
O CBA realiza Reuniões de Diretoria, Assembléias Gerais Ordinárias e Extraordinárias, periodicamente, conforme postula o seu Estatuto, dentro de uma agenda administrativa interna própria, aberta a participação de seus associados, seus discentes e convidados.
Triênio 2006-2009:
No ano de 2006, além de diversas atividades incluindo cursos, palestras e visitas tecnicas a Museus e Exposições, bem como viagens de estudo, o CBA estabeleceu uma parceira com o SINPRO-Rio, realizando em suas dependências duas comemorações: o 1º Dia do Arqueólogo, em 26 de julho, e os 45 anos do CBA, em 21 de novembro.
No ano de 2007, prosseguiram os cursos e oficinas, bem como excursões e visitas técnicas. Em 9 de julho, foi assinada pelo prefeito César Maia a Lei nº 4.540, que oficializa a data 26 de julho como sendo a data comemorativa do Dia do Arqueólogo na esfera municipal. O evento, neste ano, foi comemorado no Clube de Engenharia/RJ, constando de solenidade e festa, a 1ª ArqueoFest do Rio de Janeiro.
No ano de 2008, foi realizado em julho o Dia do Arqueólogo - um encontro de 3 dias no Forte de Copacabana -, além da comemoração dos 47 anos do CBA, em novembro. A parceria do CBA com o DRM foi concretizada, o que selou a mudança do CBA para as instalações do DRM em Niterói. Algumas oficinas e palestras também foram realizadas.
No ano de 2009, além da mudança da Diretoria em maio, ocorreram vários eventos comemorativos do Dia do Arqueólogo, em julho: "Arqueologia na Praça", "Visita à Casa dos Pilões", no Jardim Botânico e palestra no autidório da UERJ. Em outubro, o CBA participou, pela primeira vez, da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em Niterói/RJ. A parceria com o DRM iniciou uma série de palestras/cursos: em outubro, "Pré-História Andina", curso ministrado pelo prof. Alfredo Altamirano.
Triênio 2009-2012:
No ano 2010, os seguintes cursos foram realizados: em março, " Introdução ao Estudo das Geociências", com o prof. Benedicto Rodrigues; em abril, "Pré-História Amazônica", com o prof. Alfredo Altamirano. Em julho, como todos os anos, foi comemorado o "Dia do Arqueólogo", com as visitas técnicas à Casa dos Pilões, no Jardim Botânico/RJ, à Ilha Fiscal, na Baía de Guanabara e à cidade histórica dos Barões do Café - Bananal/SP. O CBA também esteve presente e proferiu palestra no II EREARQ-NE - II Encontro Regional de Estudantes em Arqueologia do Nordeste, em Laranjeiras/SE. Em novembro, o CBA participou do II APL da Banana Orgânica do Estado do Rio de Janeiro, no Clube de Engenharia/RJ, onde apresentou palestra sobre a origem da banana e participou da sessão poster do evento. Na ocasião, publicou o 1º número da revista "Pergaminhos", com o tema "Origem da Banana".
Para 2011, ano do cinquentenàrio do CBA, estão previstas comemorações para o Dia do Arqueólogo, em julho, e para novembro, mês do aniversário, com visitas técnicas, palestras, mesas-redondas, sessões poster e exposição.
Fique atento as nossas atividades e agende-se.
Continua o apoio do CBA ao Parque Paleontológico de São José de Itaboraí e a sua participação no CONDEMA. O CBA também pretende apoiar a recuperação e a ampliação do Museu Alcides Franco, da UFRRJ.
Contatos:
Endereço: r. Marechal Deodoro, 351 - parte - Niterói - CEP 24.030-060 (instalações do DRM-RJ)
Horário de plantão: 9:00h às 12:00h, às terças-feiras.
E-mail: cba@cbarqueol.org.br
Comunidade do CBA no orkut:
www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=12776505
MEMBROS DA DIRETORIA (Eleita para o triênio 2009 / 2012)
DIRETORIA EXECUTIVA
PRESIDENTE: Juan Álvaro Christian Barrientos Navarro
VICE-PRESIDENTE: Luiz Octávio de Castro Cunha
1º SECRETÁRIO: Benedicto Humberto Rodrigues Francisco
2º SECRETÁRIA: Catherine Blin de Arruda Nóbrega Beltrão
1ª TESOUREIRA: Maria Tinoco Plata
2ª TESOUREIRA: Dezi Tinoco Gaertner
DIRETOR DE PESQUISA: Jorge Belizário de Medeiros Maria
DIRETORA DE ENSINO: Vanessa Maria da Costa Rodrigues Francisco
CONSELHO FISCAL
Efetivos
Julio Cezar Vaz da Silva, Cláudia de Carvalho Falci Bezerra e Marlene de Carvalho Falci Bezerra
Suplentes
João Carlos de Oliveira Gomes e Vitor Manuel Rodrigues do Nascimento
CONSELHO CONSULTIVO
Alfredo José Altamirano Enciso, Ana Maria do Nascimento Veltri, Celio Mendes Cavalcante, Giselle Manes da Silva, Rondon Mamede Fatá, Thais Galvão da Silva, Vera Lúcia Lopes de Medeiros Maria e Viviane Maria da Costa Rodrigues Francisco.
APOIO DO DRM;RJ
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
CBA BOLETIM ONLINE NÚMERO 55
BOLETIM ONLINE NÚMERO 55 22 DE DEZEMBRO DE 2011
Notícias
MP apura irregularidades em museu de arqueologia
EPTV
O Ministério Público (MP) abriu um inquérito para averiguar possíveis
irregularidades no armazenamento do acervo do Museu de Arqueologia e
Paleontologia de Araraquara (Mapa). Segundo a denúncia, feita em 2009 pelo
arqueólogo Robson Antônio Rodrigues, ...
Veja todos os artigos sobre este tópico:
Edital do CNPq aprova dois projetos de pesquisa da UFCG
PBAgora - A Paraíba o tempo todo
Pelo comitê de assessoramento em Antropologia, Arqueologia, Ciência
Política, Direito, Relações Internacionais e Sociologia foi aprovado o
projeto Sub-bacia hidrográfica do Rio do Peixe/PB: Direito, Política e
Gestão, que será coordenado pelo professor ...
Veja todos os artigos sobre este tópico:
Dificuldade na requalificação das abóbadas do convento leva câmara ...
Diário de Leiria
A câmara de Leiria prepara-se para abrir um novo concurso que permita
requalificar o Convento de Santo Agostinho para receber o futuro Museu de
Arqueologia, na sequência da "incapacidade técnica" do actual
empreiteiro. A informação foi transmitida pelo ...
Veja todos os artigos sobre este tópico:
ncl=http://www.diarioleiria.pt/index.php%3Foption%3Dcom_content%26task%3Dview%26id%3D11872%26Itemid%3D135&hl=pt-BR&geo=br>
=== Web - 3 resultados novos para [arqueologia] ===
Arqueologia do Futuro - Fredric Jameson
Principal / Livros / Arqueologia do Futuro. Arqueologia do Futuro. 0.0. 1 2
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0abandonos · 0resenhas ...
Arqueologia judaica / paleo-cristã: descobertas e impactos
Arqueologia judaica / paleo-cristã: descobertas e impactos - Página
extraoficialmente voltada a CONGREGAÇÃO CRISTÃ e temáticas correlatas /
Cristandade ...
Cidades perdidas do Egito | Conexões
Se você gosta de arqueologia, aposto que vai ficar muito entusiasmado ao
ver revelados os mais novos segredos da exploração arqueológica da
história do ...
www.conexoes.org/cidades-perdidas-do-egito/>
Alerta enviado uma vez por dia pelo Google.
APOIO DO DRM/RJ
se não quiser receber mais esse boletim avise para sobento@gmail.com
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SÃO PAULO
sábado, 17 de dezembro de 2011
Boletim online do CBA 54/dezembro 2011
BOLETIM ONLINE 54 RIO DE JANEIRO, 17 DE DEZEMBRO DE 2011
Faltam profissionais para atuarem na área de arqueologia no Amazonas
Apesar da grande riqueza arqueológica existente em Manaus, a escassez de profissionais é apontada por especialista como um dos gargalos para a preservação deste patrimônio
Manaus, 15 de Dezembro de 2011
CASSANDRA CASTRO
Toda a riqueza arqueológica da cidade de Manaus é de conhecimento dos profissionais que lidam com ela diariamente. Mas apesar dos esforços conjuntos, diversos fatores apontam para um panorama de perdas consideráveis de material arqueológico não só na capital, mas também no interior do Amazonas.
A arqueóloga Helena Lima fala que em Manaus os sítios arqueológicos são muito impactados principalmente por obras de infraestrutura, expansões comerciais e residenciais. Aliada ao ritmo acelerado de obras que acabam destruindo senão totalmente, boa parte destes sítios arqueológicos, está a falta de profissionais na região. Helena afirma que existem poucos arqueólogos institucionalizados no Amazonas e o que não falta é trabalho. “ O Ipham , órgão responsável pelo gerenciamento do patrimônio arqueológico no Estado, se esforça para fazer com que se cumpra a legislação e a fiscalização, mas existe um arqueólogo para dar conta do Estado do Amazonas inteiro”, conta Helena. Apesar de existir uma legislação rigorosa em relação à proteção ao patrimônio arqueológico, dificilmente ela é cumprida.
A solução para o problema da escassez de profissionais começa a ganhar corpo com o curso de graduação em arqueologia da Universidade do Estado do Amazonas. Esses profissionais tem papel fundamental para que seja despertado o interesse de todos em relação à importância da preservação destes achados arqueológicos. Helena Lima acredita que é necessário ser feito um trabalho de sensibilização junto à sociedade para conscientizar toda a população de que é ela a principal detentora do patrimônio arqueológico de sua cidade e Estado.
http://acritica.uol.com.br/manaus/Manaus-Amazonas-Amazonia_0_608339210.html fonte do artigo acima.
AMAZONAS TEM TESOUROS ESCONDIDOS
Tesouros arqueológicos escondidos nos subterrâneos de Manaus
Poucos sabem que boa parte da memória de Manaus está escondida debaixo da terra. São peças valiosas que podem ajudar a entender a história da cidade
Manaus, 15 de Dezembro de 2011
CASSANDRA CASTRO
Tesouros escondidos debaixo de calçadas, avenidas, construções...Muitos que andam por Manaus sequer imaginam a riqueza que está escondida nos seus subterrâneos. Um pouco da Manaus colonial e até pré colonial está sendo resgatado pelo esforço e dedicação de profissionais que escolheram desvendar este complexo entrelaçado de épocas, costumes e artefatos. Um dos locais onde podemos encontrar um pouco deste universo de descobertas arqueológicas é o laboratório Alfredo Mendonça de Souza que funciona dentro do complexo de museus situado no Palacete Provincial, centro de Manaus.
Quando lá chegamos, somos cativados pela curiosidade das peças que vemos: filtros de cerâmica de grés intactos; garrafas de cerveja, de refrigerantes, de remédios, esculturas, pedaços de louças...A maioria destas preciosidades foi achada em locais distintos do centro de Manaus. Destes lugares são retiradas toneladas de material, resquícios de povos que viveram aqui bem antes de nós e que deixaram impregnadas nos locais por onde passaram , as marcas deste pedaço da nossa história. A turismóloga Socorro Paiva mostra parte de um acervo baseado nas 3 toneladas de material arqueológico retirado durante as obras de restauração da Catedral Metropolitana de Manaus,em 2002. A maioria do material ainda não foi analisada e está guardada em engradados ,com os objetos cuidadosamente embalados .
Uma mostra do que foi encontrado pode ser vista no laboratório. Socorro explica que o trabalho feito pela equipe de profissionais que trabalha aqui é demorado e delicado “ O visitante que chega aqui pode ver as principais etapas do fazer arqueológico e mergulhar um pouco no fascinante mundo que é buscar conhecer os nossos antepassados”, conta.
Podemos ver garrafas de louça importadas de Portugal, Dinamarca e Inglaterra, todas para acondicionar cerveja e que surgem aos milhares sempre que são realizadas obras que implicam sempre em mexer com solo e escavações no centro de Manaus. Exemplos não faltam e parte deles está ao alcance de quem visitar a exposição montada dentro do laboratório de arqueologia do Palacete Provincial. Muitas peças chamam a atenção pela beleza e diversidade. Locais como as esquinas da avenida Eduardo Ribeiro com Quintino Bocaiúva, Getúlio Vargas com rua Lauro Cavalcante, ruas José Paranaguá, Marcílio Dias, Costa Azevedo, Lobo D’Almada, todas no centro de Manaus, são exemplos de locais de onde muito material arqueológico foi recolhido. Boa parte deles é levada por trabalhadores da construção civil ou até donos das propriedades que passam por obras e que acharam algo diferente. Por desconhecimento, alguns só entregam ao laboratório peças inteiras, mas muitas vezes, até objetos que estejam quebrados podem ter valor para estudo.
Atualmente, a equipe está no processo de levantamento dos fragmentos e peças de louças encontrados nos diversos locais que apresentaram registros de artefatos arqueológicos na cidade. O laboratório acaba funcionando como uma forma de sensibilizar a sociedade para a importância de resgate destas peças que fazem parte de um grande quebra-cabeças da história de Manaus. O laboratório é aberto à visitação, de terça a sexta, das 8h às 17h e fica localizado no Palacete Provincial , na praça Heliodoro Balbi, também conhecida como praça da Polícia, no centro da cidade. A entrada é franca.
Às portas da cidade de Lagos, no Algarve, a arqueóloga Maria João Neves e a antropóloga Maria Teresa Ferreira, que ali trabalhavam desde Janeiro de 2009, depararam-se com um achado único a nível mundial: um dos mais antigos "cemitérios" de escravos africanos alguma vez encontrados.
O achado ocorreu no âmbito de uma escavação arqueológica preventiva, executada pela Dryas Arqueologia - num local destinado à construção de um parque de estacionamento subterrâneo - e abre caminho a uma investigação mais profunda sobre o modo de vida e o tratamento mortuário dado a estas pessoas nos tempos da escravatura.
Numa breve entrevista ao Boas Notícias, Maria João Neves explicou a singularidade desta descoberta e falou da história escondida por trás dela.
Como foi encontrado este "cemitério" de escravos?
Os esqueletos dos escravos africanos que encontrámos em Lagos foram inumados numa lixeira que funcionou entre o século XV e o século XVII. Na realidade, não podemos falar de um verdadeiro cemitério de escravos, porque na maioria dos casos os corpos foram descartados, mas nalguns deles há também sinais de ter havido cuidado na forma de depositar os cadáveres, colocados inclusivamente em posições que evocam os seus cultos de origem africanos.
Além dos esqueletos, encontraram algo mais?
Nesta vasta lixeira, a par dos 155 esqueletos de escravos, também encontrámos muitos vestígios arquológicos - quer cerâmicos, metálicos ou faunísticos - de que os habitantes de Lagos se desfaziam aqui. Todos estes objetos são especialmente informativos porque nos contam mais sobre o modo de vida, os hábitos, os costumes, as relações económicas e sociais estabelecidas na cidade em época moderna. Por exemplo, foram recolhidos milhares de fragmentos cerâmicos, muitos dos quais de oficinas estrangeiras (sobretudo espanholas e italianas), o que demonstra a vitalidade comercial e económica desta cidade portuária, onde afluíam muitas mercadorias.
De que época datam estes vestígios?
Tendo em conta o contexto arqueológico dos esqueletos, uma vez que foram recuperados em conjunto com outros materiais, deverão ter sido depositados algures entre os séculos XV e XVII.
Existe alguma explicação para os esqueletos se encontrarem neste local específico?
O costume de depositar os escravos em poços - como o que existia naturalmente no lugar da lixeira de Lagos – era habitual e encontra-se documentado em várias fontes históricas. Em Portugal, D. Manuel I lançou mesmo um decreto régio, em 1515, de forma a evitar que os corpos dos escravos fossem abandonados nas ruas, onde eram arrastyados e devorados por cães. Deste modo, e tendo em conta tanto os dados da escavação como a própria História, a explicação para o achado é a existência de uma prática de descarte dos cadáveres dos escravos. Sendo Lagos uma cidade pioneira e que teve grande destaque no tráfico de escravos, a descoberta neste local não é de estranhar.
Qual é o valor desta descoberta?
O valor é enorme, desde logo porque nos dá uma oportunidade inestimável para documentar objetivamente o tratamento na morte que era dado aos escravos enterrados aqui. Mas permite-nos saber muito mais do que isso, até mesmo conhecer as condições precárias de vida durante o cativeiro e traçar perfis biológicos (idade, sexo, estatura e afinidades populacionais) destes indivíduos. Além disso, dá-nos possibilidade de identificar lesões esqueléticas que testemunham a violência, as carências alimentares e as doenças infecciosas. Tudo isto é essencial para discutir o problema da demografia e do recrutamento de escravos.
É um achado único?
Existem, sobretudo no continente e nas ilhas americanas, outros cemitérios escavados de escravos. Porém, o contexto específico deste, que se encontra numa lixeira, e o facto de ser um dos cemitérios mais antigos já descobertos - uma vez que os restantes datam de períodos mais tardios, dos séculos XVII a XIX - tornam-no de facto singular em todo o mundo.
O público em geral pode ter acesso a estes vestígios arqueológicos?
Sim, na verdade, está patente no Mercado de Escravos em Lagos uma pequena exposição onde, partindo do conceito de mercadoria, são apresentados alguns dos achados da lixeira da cidade, exposição essa que foi organizada pela Câmara Municipal de Lagos em parceria com a Dryas e alguns artistas plásticos do Laboratório de Atividades Criativas local.
De que maneira será assinalada esta descoberta?
Em primeiro lugar, está prevista a realização de um memorial no local da responsabilidade do Comité Português da UNESCO da "Rota do Escravo", salientando a memória do tráfico transatlântico de escravos. Também se prevê a criação de um centro de investigação dedicado ao tema em Lagos, que tenha uma vocação multidisciplinar.
Que outros passos serão dados na pesquisa?
A curto prazo, o mais importante é dar seguimento aos estudos que estamos a realizar em conjunto com investigadores da Universidade de Coimbra, no âmbito de um projeto financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian. Isto porque estes estudos são o primeiro passo para um programa de pesquisa mais amplo e vão permitir aumentar o conhecimento existente acerca do modo de vida e do tratamento mortuário a que estas pessoas foram sujeitas, bem como da própria História do tráfico de escravos africanos.
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Boletim online número 53
Resultados arqueológicos de 2011
Voz da Russia
Na Rússia foi encontrado pela primeira vez o instrumento de metal usado no
século XIV para a colocação de selos de chumbo - este e outros achados
únicos são resultados da temporada arqueológica nacional de 2011. Os
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Arqueologia industrial redescobre São Caetano
16/12/2011
Pratos e xícaras de antiga fábrica de São Caetano...
Pratos e xícaras de antiga fábrica de São Caetano são encontrados durante escavação. Material pertencia à Cerâmica Adelinas. Peças estão sendo catalogadas e poderão ir para a Fundação Pró-Memória de São Caetano.
Este trabalho arqueológico não é inédito no Grande ABC, mas ganha visibilidade. Isso é bom. Pode e deve servir de exemplo. Novos projetos do gênero têm tudo para ocorrer. E as sete cidades ganham condições de fazer escola.
As informações chegam à Memória graças à jornalista Mariângela Devienne Ferreira, ex-Diário.
Fragmentos e história
Texto: Mariangela Devienne Ferreira
Fragmentos de pratos e xícaras foram encontrados no primeiro trecho das escavações de obras da adutora do Projeto Aquapolo, que partiu da Estação de Tratamento de Esgoto ABC, na Avenida Almirante Delamare, em São Paulo, até a Avenida dos Estados, em São Caetano. As escavações cumpriram regulamentação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. As obras vão levar água de reúso para o Polo Petroquímico Capuava, em Mauá.
O material encontrado está sendo catalogado, contabilizado e analisado. São cerca de 2.000 fragmentos. Seu destino: o acervo municipal, após liberação do Iphan/SP.
As peças foram encontradas na Rua Professora Maria Macedo a até seis metros de profundidade. Tinham coloração branca e detalhes em pinturas coloridas.
Aos quatro metros de profundidade, foram resgatados fragmentos e peças inteiras, pratos empilhados, tigelas e xícaras. Todos os materiais mostravam defeito de fabricação, indicando serem peças de primeira e segunda queima e provenientes de descarte da fábrica.
De acordo com a arquiteta que coordenou os trabalhos, Karin Shapazian, Louças Adelinas ficava na Rua Pernambuco, esquina com a Rua Professora Maria Macedo, em São Caetano.
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Rio de janeiro, 17 de dezembro de 2011
Boletim online 53 do Centro Brasileiro de Arqueolgoia/CBA 50 anos.
Rio de Janeiro 17 de dezembro de 2011
NOTÍCIAS SOBRE ARQUEOLOGIA NO MUNDO
Na Rússia foi encontrado pela primeira vez o instrumento de metal usado no século XIV para a colocação de selos de chumbo - este e outros achados únicos são resultados da temporada arqueológica nacional de 2011. Os cientistas estão convencidos de que os artefatos encontrados são importantes não só para os profissionais, mas também para compreender como a vida evoluiu no território russo nos tempos antigos.
Neste ano, foram realizadas cerca de quarenta grandes expedições arqueológicas. Tradicionalmente, os arqueólogos têm estado interessados na Antiguidade e na Idade Média, disse o diretor do Instituto de Arqueologia da Academia de Ciências da Rússia, Nikolai Makarov:
Em relação ao período desses artefatos, nós estamos cada vez mais conscientes da importância de seu estudo para entender o processo histórico desta fase da Antiguidade e Idade Média. Hoje seria impossível entendê-lo sem a arqueologia.
E inclusive o primeriro-ministro Vladimir Putin tomou parte nas escavações em Fanagória - o maior monumento da Antiguidade no Território de Krasnodar, no sul da Rússia. Envergando um fato de mergulhador, ele encontrou no fundo do mar uma ânfora antiga, proveniente da região do antigo porto.
Perto da cidade de Suzdal, os arqueólogos se depararam com um antigo cemitério. Segundo os especialistas, este é o primeiro terreno que se conseguiu limpar nos últimos 160 anos, visto que não restou praticamente nada dos cemitérios antigos. Neste terreno, foram encontrados machados de guerra que eram armas cerimoniais dos guardas do século XI. Sendo que esses artefatos são pouco mais de dez em todo o território da Rússia, Escandinávia e na região do Báltico, sendo um achado muito raro. Existem ainda outros achados importantes, disse Nikolai Makarov:
Foram ainda encontrados crucifixos da primeira geração de cristãos russos da Antiguidade. Eles apareceram no final do século X e eram usados no século XI. Eles mostram o começo da cristianização da Rússia Antiga. No nordeste da Rússia foram encontraram oito cruzes desse tipo.
Durante as escavações em Novgorod, foi feito um achado totalmente especial, que os especialistas até consideram um milagre arqueológico. Se trata de um instrumento em forma de pinças de ferro para fazer selos de chumbo, disse o arqueólogo Piotr Gaidukov, membro correspondente da Academia de Ciências da Rússia.
A Rússia antiga possuia muito do Império Bizantino e inclusive a prática de selar os documentos com selos de metal. São mais de 6 mil os selos dos séculos XI-XV conhecidos atualmente. Mas nunca foi encontrado o instrumento com que se faziam esses selos. Agora sabemos como isso era feito na Rússia no século XIV.
De acordo com o cientista, esta é a descoberta mais sensacional desta temporada em Velikiy Novgorod e uma das descobertas mais importantes da arqueologia russa e mundial. Outro fato que dá orgulho aos arqueólogos é o complexo metalúrgico encontrado durante as escavações no Mosteiro de Nova Jerusalém, perto de Moscou. Nele, o Patriarca Nikon (século XVII) produzia sinos. É um forno de tijolos no solo em uma construção arredondada, segundo o formato dos sinos. Na Europa existem fornos semelhantes mas na Rússia é a primeira vez que é encontrado, sendo de grande valor para a ciência naciona
FONTE; A VOZ DA RÚSSIA BOLETIM ONLINE
Uma tumba construída há 1,7 mil anos na cidade de Xian, capital do império chinês durante várias dinastias, foi descoberta por arqueólogos do país nesta semana, informa nesta quarta-feira o jornal oficial Global Times.
Achada nos arredores da cidade, a tumba poderia pertencer a alguma importante personalidade da época dos Dezesseis Reinos (304-439), que regeram o norte da China durante um período em que o império oriental esteve dividido.
--Folha Online FONTE DA NOTICIA
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