domingo, 29 de julho de 2012

26/07/2012 DIA DO ARQUEÓLOGO


26/07/2012 DIA DO ARQUEÓLOGO


Serra da Capivara - São Raimundo Nonato - Piauí, um mundo a  ser descorberto.

Pela lei federal 3.924 do dia 26/07/2011 é comemorado o dia do arqueólogo, Lei de Proteção ao Patrimônio Arqueológico. A legislação determina que os bens arqueológicos nacionais pertencem a todos os brasileiros, estando reservados aos arqueólogos os direitos de realizar escavações arqueológicas em qualquer parte do Território da União.
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) é o orgão regulador da atividade, concedendo a permissão às escavações. Segundo o IPHAN o Brasil possuí mais de 22 mil sítios arqueológicos cadastrados.

Parabéns a todos arqueólogos, sem dúvida a História seria impossível de ser entendida sem a contribuição destes profissionais.

Alaila Resende

A Arqueologia Histórica e o Museu


A Arqueologia Histórica e o Museu
Articulado ao laboratório da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich) da UFMG, o Laboratório de Arqueologia Histórica do MHNJB desenvolve dois tipos de projetos:
Arqueologia de salvamento ou resgate
Para que algum empreendimento entre outros, a construção de rodovias ou de usinas hidrelétricas possa ser realizado, a legislação exige que o salvamento arqueológico seja feito na área que sofrerá os possíveis impactos. São desenvolvidos, então, projetos de salvamento arqueológico ou seja, recuperação das informações e dos vestígios arqueológicos existentes na região e que correm risco de destruição. Os locais passam, então, por um processo que inclui pesquisa documental, fotografias, elaboração de plantas e escavação. O resultado final são relatórios de pesquisa, publicações, trabalhos apresentados em congressos, bem como orientação à empresa que vai realizar a construção, visando-se a minimizar os impactos.

MUSEU DO JB DA UFMG


A Arqueologia Pré-Histórica e o Museu
O setor de pesquisas em Arqueologia Pré-Histórica do MHNJB desenvolve atividades ligadas ao estudo da tecnologia pré-histórica, da arte rupestre brasileira. Também realiza intervenções arqueológicas de caráter regional –escavações orientadas por questões acadêmicas, ou operações de salvamento. Após o trabalho de campo, o material coletado vai para os laboratórios do MHNJB, onde será estudado de acordo com as quatro principais áreas de atuação do setor: tecnologia lítica, tecnologia cerâmica, arte rupestre e análise de vestígios orgânicos.
Atualmente, estão sendo desenvolvidos três importantes projetos:
• Arqueologia do Alto Médio São Francisco – fase final, financiado pelo CNPq;
• Arqueologia Pré-Histórica de Minas Gerais: relações entre as bacias dos rios São Francisco e Jequitinhonha, financiado pela Fapemig e pela Missão Arqueologia Franco-Brasileira;
• Arqueologia da Cultura Tupi-Guarani, já em fase de publicação, financiado pelo CNPq e pela Missão Francesa;
• Territórios e Afinidades Culturais na Pré-História do Centro e Norte Mineiros, financiado pela Fapemig;
• Arqueologia da região de Diamantina e Montes Claros.

Dinossauros invadem shopping em BH


Dinossauros invadem shopping em BH… e o Museu está lá

Uma viagem pelo passado da América do Sul, essa é principal proposta da Exposição Dinossauros da Patagônia, que acontece no estacionamento do BH Shopping e conta com a parceria do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. A exposição, que veio do Museu Paleontológico Egidio Feruglio, da Argentina, traz dez réplicas de dinossauros que viveram na Patagônia durante o período Mesozóico, além de mostrar como era a vida desses grandes animais. A mostra traz réplicas de herbívoros e carnívoros, dois dos dinossauros mais antigos, o Herrerassaurus e o Eoraptor, além do Carnotaurus, único dinossauro com chifres encontrado no sul do planeta. Mas o que mais chama atenção é a réplica do Giganotosaurus, o maior carnívoro que viveu no sul do planeta, com quinze metros de comprimento e cinco de altura.
“É uma coisa bem diferente você ver os dinossauros de perto, ver as ossadas, como eles eram”, conta Natália Camila de Medeiros, 12 anos, que teve a oportunidade de ver de perto as dimensões dos animais que habitavam a América no passado, animais que ela só havia visto antes nas fotos dos livros de história e geografia. Para a professora Kênia Amenzoin, que ficou sabendo da exposição pelo jornal, a visita valeu a pena: “eles estão encantados. Eu acho que foi um projeto muito legal, que está despertando muita curiosidade e tenho certeza que vai ajudar”.
Para orientar os visitantes, o MHNJB foi convidado pelo BH Shopping para realizar a curadoria científica e educativa. “O Museu de História Natural entrou com a curadoria científica, que foi o treinamento científico dos monitores na área da exposição, a paleontologia, e também com a curadoria educativa, que trabalhou um pouco a parte pedagógica, como é que eles iriam passar essas informações científicas para o público leigo, para os visitantes em geral”, explica Flávia Santos Faria, coordenadora de ações educativas do Cenex. Os monitores foram treinados por professores do Instituto de Geociências da UFMG da área de Paleontologia, que deram aulas sobre a vida dos dinossauros e a época em que eles viveram. “Está sendo uma forma de complementar nosso aprendizado, já que são espécies que o Museu não tem, são alguns assuntos abordados que complementam a nossa exposição de Paleontologia, por exemplo”, conta Robson de Paula Santos Júnior, monitor do MHNJB.
Depois de Belo Horizonte, as peças serão levadas para Brasília, Porto Alegre e Curitiba. A mostra já passou por Espanha, Portugal, República Tcheca, Áustria, Eslováquia, Alemanha e Colômbia, e ficará por um ano no Brasil. Para quem ainda quer conferir a exposição, ela acontece até o dia 29 de maio, no BH Shopping, das 10h às 22H e a entrada é gratuita.

CLUBE DE MINERALOGIA

 Clube Português de Mineralogia - CPMIN, fundado em 26 de Junho de 2008, é o primeiro clube português legalmente constituído destinado a reunir os entusiastas pela mineralogia e geologia e os coleccionadores de rochas e minerais.

Tem como missão fomentar o interesse lúdico e científico pela mineralogia. Para tal, promove e incentiva a realização de encontros, reuniões e outras iniciativas que visem a divulgação da mineralogia com o objectivo de produzir conhecimento e incrementar a literacia científica dos cidadãos.

Qualquer indivíduo ou entidade colectiva pode ser associada do clube. Contactem-nos se estiverem interessados em saber mais:

cpmin.geral@gmail.com

Morada: CPMIN, Museu Nacional de História Natural, Rua da Escola Politécnica nº 58, 1269-170 Lisboa

quinta-feira, 19 de julho de 2012

DIA NACIONAL DO ARQUEOLOGO


DIA NACIONAL DO ARQUEÓLOGO

Dia 26 de julho os arqueólogos brasileiros comemoram a sua data festivamente.
O Dia do Arqueologo foi idealizado pelo professor Benedicto Rodrigues apoiado pelo então presidente do CBA professor  Francisco Octavio e em seguida posto em prática pelo professor Julio Vaz,

Para entender melhor o assunto,  recorde que em 9 de julho de 2007 , foi assinada pelo prefeito César Maia a Lei nº 4.540, que oficializa a data 26 de julho como sendo a data comemorativa do Dia do Arqueólogo na esfera municipal. O evento, neste ano, foi comemorado no Clube de Engenharia/RJ, constando de solenidade e festa, a 1ª ArqueoFest do Rio de Janeiro. 


Nos anos seguintes a data foi aprovada sucessivamente por Sérgio  Cabral  governador do Estado do Rio de Janeiro,  como Dia Estadual do Arqueólogo e pelo Congresso Nacional como  o Dia Nacional do Arqueólogo.




DIA 27 DE JULHO DE 2012

Instituto de Pesquisa Histórica e Arqueológica do Rio de Janeiro - IPHARJ
e
Terra Brasilis Arqueologia Ltda
Endereço: Avenida Chrisóstomo Pimentel de Oliveira, 443, QuadraB, Casa1, Anchieta, Rio de Janeiro.
Fones: 3012 4908, 3358 0809 e Cels: 8155 5164, 9188 4880

Objetivos:

1) Celebrar o Dia Nacional do Arqueologo 
2) Divulgar o trabalho realizado no projeto de Arqueologia da BR-101
3) Divulgar o trabalho sendo iniciado na Linha 4 do Metro do RJ





quarta-feira, 11 de julho de 2012

ASSOCIAÇÃO AO CBA


ASSOCIE-SE AO CBA!
PREENCHA A FICHA NO SITE DO CBA
www.cbarqueol.org.br

Em 21 de novembro de 1961, poucos meses após a assinatura da lei de proteção aos sítios arqueológicos pelo governo federal, foi fundado o Centro Brasileiro de Arqueologia.

Com o objetivo precípuo de congregar não apenas arqueólogos profissionais, mas também os amantes da arqueologia, o CBA desenvolve desde então  atividades por todo o Brasil. Além de pesquisas de campo, são realizados inúmeros cursos, ajudando na formação de gerações de arqueólogos profissionais e amadores.

Atualmente o CBA continua ampliando  suas atividades, abraçando algumas causas que são muito caras aos arqueólogos brasileiros, como a regulamentação da profissão, as possíveis mudanças para melhorias na legislação específica, etc.

A indispensável renovação e ampliação do quadro associativo é busca permanente da direção do CBA.

Ao se associar, o proponente passa a usufruir de todos os direitos estatutários tais como votar e ser votado, gozar de descontos em cursos e oficinas, receber boletins, revistas e jornais gratuitamente, mantendo-se atualizado.